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Um problema moral


https://francobeck.wordpress.com/category/administradores/                                          Denise Alves
     Tem crente fofoqueiro, tem crente ciumento, tem crente invejoso, tem crente que coloca o lixo na calçada do vizinho, pior.... tem crente que joga o lixo no canal.... tem crente que.... é verdade tem crente assim mesmo. Mas quando você usa a expressão “tem crente que … ” a sua ênfase está no crente e não no que se segue, esquecemos que crente antes de ser crente é gente, é ser social, é fruto de uma realidade, de um tempo, de um lugar.
     Me pergunto se tem tanto crente mal pagador na Suíça, ou tanto crente que chega atrasado no culto na Inglaterra, se os crentes do Japão leem a bíblia no horário do expediente! Provavelmente não. Mas por que? Porque os pastores deles são melhores? Os templos mais modernos? A bíblia eletrônica é mais eficiente?Não. Eles são assim porque a sociedade na qual eles vivem é assim. Não são só os crentes que devolvem o troco a mais, que não fura fila, que guarda seu lixo até o local de descarte apropriado. As criancinhas fazem isso, os espíritas fazem isso, até os adoradores de satanás o fazem também..... por que? Porque eles são ensinados assim, vem de berço, vem da escola, vem de exemplos morais.
     E esse provavelmente é o principal problema dos crentes brasileiros: Um problema moral. Perdemos a noção de certo e errado, de legítimo e ilegítimo, de pode e não pode. E não foram só os crentes que perderam.... a sociedade brasileira está a beira do colapso da imoralidade. E não pense só no carnaval.
     É imoral usar de influência para violar um concurso público e depois dar o testemunho da 'bênção de Deus'. É imoral achar a carteira com dinheiro e documentos e pensar que Deus abriu as portas. É imoral e uma total falta de respeito para com o próximo fazer um culto tarde da noite 'para abençoar pessoas' com o som nas alturas sem se preocupar com o sossego da vizinhança e quando a polícia chega diz que foi o diabo que se levantou!
     Precisamos de um padrão de crente melhor para criarmos um povo brasileiro melhor e a igreja pode ajudar muito nesse sentido se tão somente observar preceitos bíblicos, que antes de serem taxados como bíblicos, cristãos ou evangélicos... são essencialmente preceitos morais atemporais – tais como os citados no Salmo 15, que faço questão de transcrevê-lo na íntegra abaixo.
“Senhor, quem poderá viver no seu santuário? Quem morará no seu santo monte?
Aquele que é honesto e sincero em tudo o que faz, que pratica a justiça e que de coração fala a verdade.
     Que não usa suas palavras para destruir outras pessoas, não prejudica de propósito o seu
semelhante e não repete boatos e mexericos  que despreza o pecador rebelde e condena abertamente o pecado, mas que respeita os que temem o Senhor, que sofre prejuízo mas não deixa de cumprir a palavra que empresta seu dinheiro aos necessitados sem cobrar juros, que se recusa a aceitar suborno contra uma pessoa inocente.
     Um homem assim permanecerá firme para sempre na presença de Deus”.

Que a mudança comece em mim!










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Não é porque é de Deus, que significa que vai ser fácil!


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                                                                                                                                             Denise Alves


Cansada. É assim que estou me sentindo. O corpo hoje foi forçado até o limite para concluir tarefas. Se não quisesse nada tudo estaria tranquilo, mas como tenho alguns alvos a frente preciso me esforçar. E isso me lembrou a palavra de Deus à Josué: Esforça-te e tende bom ânimo (Josué 1.7).
Eles estavam na fronteira de Canaã. A terra que fora prometida como herança para o povo de Israel pelo próprio Deus. Contudo esse mesmo Deus diz que Josué precisaria se esforçar para conquistar a terra. Assim como Josué tenho percebido que não é porque é de Deus, que significa que vai ser fácil.
Mesmo sendo promessa de Deus, muitas vezes vai ter guerra. E na guerra você precisa de treinamento, precisa de exercício físico, precisa aprender a manusear espada e escudo, precisa acordar cedo e muitas das vezes ir dormir tarde ou varar madrugada vigiando.
Poucas foram as batalhas na história de Israel que Deus anuncia que o povo não teria que pelejar (2 Cronicas 20.17). Em grande parte da conquista de Canaã, a manutenção do território e a resistência contra ataques inimigos, requereu muito esforço, privações e algumas mortes no caminho, mesmo estando Deus com eles.
Muito me impressiona pessoas que 'estão esperando em Deus', quando na verdade deveriam estar 'marchando' - a menos é claro, que haja uma direção expressa de se manter quieto até segunda ordem, o que pode acontecer, mas tenha muita certeza disso.
Mas a grande maioria dos casos se resolveria com um simples – que nunca é tão simples assim - 'colocar a cara na rua', 'pegar o telefone', 'meter a cara nos livros', porque Deus antes de tudo é um Deus justo. E uma das leis por Ele estabelecida é a mundialmente conhecida Lei da semeadura: você colhe o que planta. (Galatas 6.7)
Como é que Deus vai abençoar a prova de uma pessoa crente quando esta apenas ficou orando e jejuando, enquanto que um descrente passou madrugada estudando? Como abrir a porta de emprego se nem na porta do emprego você está, mas deitado no sofá assistindo TV?
É o dia foi cansativo.... mas valeu a pena, porque ao final sempre posso contar com o maravilhoso convite de relaxamento no spa dos braços do Senhor: Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. (Mateus 11.28).
Eu fiz a minha parte. Agora é com Ele.
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Deus não faz acepção de pessoas


http://wwwpraelianamattos.blogspot.com.br/2013/11/deus-nao-faz-acepcao-de-pessoasnem-de.html

                                                                                                                                           Denise Alves
“É porventura Deus somente dos Judeus? E não o é também dos gentios? Também dos gentios, certamente”. (Romanos 3.29) E isso muda tudo. Na verdade essa foi a grande pedra de tropeço dos Judeus quando ouviram a mensagem de Jesus. Como assim TODOS? Como assim honrar um samaritano? Sim, Jesus se revelou como messias a uma mulher.... samaritana! Deus salvaria um africano? Sim, Felipe acompanhou o eunuco na carruagem. E um americano? Não chegou a palavra até nós!
O desafio continuou ainda mais evidente em Atos dos Apóstolos. O ministério dos 12 estava confinado à Jerusalém, porque os judeus queriam privatizar Deus, limitando o seu alcance de perdão e graça. Foi preciso que Saulo, o perseguidor se tornasse Paulo, o apóstolo, para que a compreensão fosse alargada. “Quando viram que o evangelho da incircuncisão me estava confiado, como a Pedro o da circuncisão” (Galátas 2.7).
Porque Deus enviou o seu Filho à terra para que “todo aquele que nele crer seja salvo” (João 3.16). O que o Deus de Toda Terra busca é tão somente um coração capaz de crer. Esse é o único requisito. A escandalosa Graça! Um tema tão debatido, tão discutido, e ainda tão incompreendido.
Porém esse continua sendo o principal objetivo de Deus. Salvar pessoas. Ele não está tentando criar um planeta ecologicamente sustentável, não está muito empenhado em nos tornar ricos e famosos, nem mesmo bonitos e saudáveis, apesar de todas essas coisas fazem parte do pacote “ele sabe que precisam de todas elas” (Mateus 6.32), o que Ele de fato continua a fazer é chamar: “Vinde a mim, todos vós que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei” (Mateus 11.28).
Então que sejamos instrumentos da graça de Deus ao não colocarmos obstáculos àqueles sedentos do amor do Pai, carentes da consolação do Espírito e da Graça de Jesus Cristo, para que o caminho continue aberto a todos os que de coração sincero buscam a vida eterna.
Pois haverá “glória, e honra e paz a qualquer pratica o bem, primeiro ao judeu e também ao grego, porque para com Deus não há acepção de pessoas” (Romanos 2.10-11). Preste atenção na expressão: 'qualquer que'. Isso inclui um traficante, um assassino, um estuprador, um pedófilo, um mentiroso, um político, uma amante, e qualquer outro
adjetivo que você possa imaginar. Na verdade ousaria dizer: principalmente para eles, “eu não vim chamar os justos, mas sim, os pecadores a arrependimento” (Marcos 2.17).
E nós não éramos exatamente isso? Pecadores! Mas fomos salvos pela graça de Deus que rompeu fronteiras geográficas ao cumprir a promessa à Abraão: Você será pai de muitas nações. (Genesis 17.4). Por essa razão hoje escrevo esse texto e você o lê.
O desejo de Deus começou no Éden, atravessou a história, cruzou oceanos e chegou até nós. Que não pare aqui. Leve essa mensagem adiante.
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Um conterrâneo que honrou o nome do Senhor!

 
 Precisava compartilhar a história honrosa deste homem que foi usado para levar milhares do meu povo(alagoanos) a Cristo!Que Deus conforte a toda família, amigos e irmãos em Cristo.

Em 5 de dezembro de 1931, na cidade de Santana do Ipanema- AL, nasce o garoto José Antonio, filho de Alcides Antonio dos Santos e Otília Cavalcante dos Santos. Com uma infância simples e com muitas dificuldades, trabalhava na roça para ajudar os pais no orçamento doméstico, até que, aos 14 anos, decidiu aprender uma profissão.
“Espelhei-me num sapateiro chamado Nô Marcolino, que hoje não está entre nós. Eu andava 12 quilômetros para aprender a profissão, e com menos de dois anos já estava vivendo por conta própria”, relata o pastor José Antonio dos Santos, que há 22 anos preside a Assembleia de Deus em Alagoas, é o responsável pela União dos Ministros das Igrejas Assembléias de Deus no Nordeste (Umadene) e vice-presidente da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB).
Ele conta que ainda jovem tomou a decisão de viajar e tentar a vida em outro lugar. Passou por Sergipe, Paraíba e São Paulo, onde trabalhou num cafezal. Lá foi convidado para liderar 40 homens, quando ainda tinha 22 anos, demonstrando, com isso, sua vocação para a liderança.
Em São Paulo conheceu a jovem Francisca, com quem se casou. Voltou para Alagoas quando tinha 24 anos, por motivo de doença, mas já tinha ouvido falar em Jesus Cristo numa fazenda paulista.
No mês de junho de 1955 (com 24 anos) aceitou a Jesus Cristo como seu salvador, e, depois, com alguns dias, sua esposa também aceitou. Ele foi batizado em Maceió no mês de agosto de 1956, no ano anterior tinha sido batizado no Espírito Santo. Foi separado para o diaconato em agosto de 1958. Dois anos depois passou a presbitério e em 1962 foi ordenado ao ministério de pastor-evangelista.
Formado em Teologia pelas Escolas Teológicas das Assembléias de Deus no Brasil, bacharel em Teologia pela Faculdade de Filosofia e Teologia de Alagoas e doutor em Divindade pela Faculdade de Filosofia e Teologia Filadélfia, é conhecido carinhosamente, em todo o Brasil, como “Pastor Neco”, e sua simplicidade é admirada em todos os países que tem visitado, confirmando a Palavra do Senhor: “Os passos de um homem são confirmados pelo Senhor”. É um conferencista respeitado em toda a América Latina. Pai de seis filhos – Jota, Jemima, Geilza, Jedida, Jesana e Jeilma – vem conciliando o tempo entre a igreja e a família.
A presidência
Na função de vice-presidente da igreja, o pastor José Antônio dos Santos assumiu a presidência interinamente em novembro de 1985, pois o pastor Manoel Pereira Lima adoeceu gravemente, ficando impossibilitado de exercer as suas atividades. Durante seis meses consecutivos, o pastor José Antônio dos Santos esteve à frente da igreja e do ministério em todo o Estado de Alagoas, desempenhando de forma íntegra e fiel as suas atividades, sem demonstrar nenhuma pretensão ou qualquer ambição pela posição que ocupava.
O pastor Manoel Pereira Lima veio a falecer, acontecimento que repercutiu em todo o Estado de Alagoas e no Brasil. Mas, mesmo diante de tão lamentável acontecimento, o pastor José Antônio dos Santos, visivelmente consternado com a morte do seu líder, na qualidade de pastor-presidente interino, manteve-se firme e sereno, conduzindo de forma equilibrada e sensata a igreja do Senhor até que um novo líder assumisse a direção.
Havendo a necessidade de ser eleito um novo pastor-presidente para liderar a Assembleia de Deus em Alagoas, o pastor José Antônio dos Santos, que até então estava interinamente presidindo a igreja, convocou o ministério alagoano para realizar a eleição do novo líder estadual no dia 03 de junho de 1986. Muito prudentemente convidou para presidir a referida eleição o pastor José Rodrigues Sobrinho, presidente da Assembléia de Deus de Sergipe. Para que houvesse lisura no processo eletivo do novo presidente, o pastor Rodrigues assumiu a presidência da igreja em Alagoas, oito dias antes da eleição, garantindo transparência e honestidade na escolha.
No dia 03 de junho, data para a eleição do novo líder, no auditório do templo-sede, o pastor José Antônio dos Santos agradeceu a confiança a ele depositada durante nove anos como vice-presidente e seis meses na qualidade de presidente interino. Logo em seguida, o pastor José Rodrigues Sobrinho solicitou ao ministério que os candidatos à presidência da igreja se apresentassem para que fosse eleito, dentre eles, o novo pastor-presidente. Diante do silêncio do seleto auditório de pastores e evangelistas da Assembléia de Deus em Alagoas, o presidente da reunião, pela segunda vez, solicitou que os candidatos ao cargo de pastor-presidente se apresentassem. Diante desta segunda solicitação, um grupo de líderes apresentou o pastor José Antônio dos Santos, que neste momento estava sentado junto aos demais obreiros, no auditório, como sendo o único candidato ao referido cargo. Diante da indicação do pastor José Antônio dos Santos, sem nenhum outro obreiro ter se apresentado como candidato, ele foi eleito por unanimidade.
Havendo sido eleito pastor-presidente, o pastor José Antônio dos Santos convocou imediatamente o presbitério da capital para comunicar-lhe a sua eleição efetuada pelos obreiros do interior do Estado e, ao mesmo tempo, pedir-lhes também a aprovação. Da mesma forma, os presbíteros da capital aprovaram a sua eleição, e, no dia 6 de junho de 1986, assumiu efetivamente a presidência da igreja e do ministério em todo o Estado de Alagoas.
Na noite da sua posse, ladeado por pastores de diversos estados, por sua família, pelo ministério local e pela igreja, o pastor José Antônio dos Santos afirmou que desejava desenvolver o ministério presidencial marcado por três coisas, que eram a unção, a união e a alegria. Realidade esta que aqueles que o acompanham ao longo de todos esses anos de abençoada presidência têm atestado em sua gestão.
http://www.adalagoas.com.br/noticias/?vCod=6747


 
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Conheça a história da Assembléia de Deus de Sergipe



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